De ponta cabeça
Quem vai dizer
O que é impossível
Bem eles se esqueceram
Que este mundo continua girando
E a cada novo dia
Eu posso sentir uma mudança em tudo
E quando a superfície se quebra os reflexos se vão
Mas de algum modo eles permanecem os mesmos
E como minha mente começa a abrir suas asas
Não há como parar a curiosidade
Eu quero virar a coisa inteira de cabeça para baixo
Eu encontrarei as coisas que eles dizem que apenas não
podem ser encontradas
Eu compartilharei este amor que eu acho com todo o
mundo
Nós cantaremos e dançaremos canções para Mãe natureza
Eu não quero que este sentimento se vá
Quem disse
Que eu não posso fazer tudo
Bem eu posso tentar
E enquanto eu vou seguindo, eu começo a descobrir
Que as coisas nem sempre são o que parecem
Eu quero virar a coisa inteira de cabeça para baixo
Eu encontrarei as coisas que eles dizem que apenas não
podem ser encontradas
Eu compartilharei este amor que eu acho com todo o
mundo
Nós cantaremos e dançaremos canções de Mãe natureza
Este mundo continua girando e não há tempo para ser
desperdiçado
Bem, tudo continua girando girando e
De cabeça para baixo
Quem vai dizer que é impossível e não pode ser
achado?
Eu não quero que este sentimento vá embora
Por favor não vá embora
Por favor não vá embora
Por favor não vá embora
É assim que deve ser?
domingo, 27 de agosto de 2006
terça-feira, 1 de agosto de 2006
Quem és tú marinheiro?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva em seu barco a noite?
Que me acaba em prazer?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva a sete mares?
Que me fala de emoções?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva ao delírio?
Que me ama ao luar?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva a sorte?
Que me faz sem morte?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva ao infinito?
Que toca em meus seios rígidos?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva pra sua cama?
Onde pornografias se cria?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva aos céus?
Que em sua boca gelada me derreto?
Fala-me marinheiro,
Diga-me seu nome.
E eu, então
Falarei o meu.
Que me leva em seu barco a noite?
Que me acaba em prazer?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva a sete mares?
Que me fala de emoções?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva ao delírio?
Que me ama ao luar?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva a sorte?
Que me faz sem morte?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva ao infinito?
Que toca em meus seios rígidos?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva pra sua cama?
Onde pornografias se cria?
Quem és tu ó marinheiro?
Que me leva aos céus?
Que em sua boca gelada me derreto?
Fala-me marinheiro,
Diga-me seu nome.
E eu, então
Falarei o meu.
terça-feira, 18 de julho de 2006
sexta-feira, 9 de junho de 2006
Cólera
Pétrea minha alma escandinava
Que surpreende no horizonte
Perfuma meu coração ossante e negro
Onde vejo meu futuro
Não porque fumo esse tabaco da cor do azeviche
Mas porque meu futuro não é límpido
Um dia ele será perfeito anil
Mas enquanto isso não acontece
Fico aqui sonhando com os olhos verdes de pérola
Com o toque das mãos brancas e tépidas
O sorriso gélido e a boca que me causa calafrio
Perfume de bálsamo e lavanda que instiga meu olfato
Olhar penetrante e preciso
Que fere com o poder cortante e forte
Em um único dissabor
Que é o mais perfeito sabor de cólera.
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