Contida batalha num grito de dor
Debate a luta recruta o amor
Rufo de tambores, mulheres caídas
Crianças fugidas, crianças aflitas
No terror desordeiro
Alegra-se ainda um belo cordeiro
Tão branco, tão puro
Tão belo e escuro
Da guerra a disputar
Do sonho a lutar
Do vento lá fora
E a mulher a esperar
Quando a porta se fecha
Vem novo tremor
Nesta guerra infinda
Só resta o amor
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
Amor, colchão e vento...
Os olhos olharam amantes aqueles olhos verdes
Os castiçais foram mesclando
Ao passo que abaixava-se sobre o colo másculo.
Sentiu-se penetrar com o prazer
Que agora tranformara o grito agudo
No mais físico gozo em sua volumosa massa
Que agora se fez vibrante, gritante
E com pressa, mais profunda
A esse movimento duplo se dera ainda o prazer
Pelo cheiro e suor na pele
Os corpos se uniam mais fáticos e quentes
Uniam-se, mas não para tornarem um só
E sim, para tornarem-se dois
Com cada um do outro
E o gemido já era grito
O movimento agora pressão
O toque... carinho
O sexo... menção ao paraíso
Até que ele e ela explodem
Com o calor e com o coração palpitante
E findam seu ato, [a muitos promíscuo]
Para então descansarem nos braços
Do amor, do colchão e do vento...
Os castiçais foram mesclando
Ao passo que abaixava-se sobre o colo másculo.
Sentiu-se penetrar com o prazer
Que agora tranformara o grito agudo
No mais físico gozo em sua volumosa massa
Que agora se fez vibrante, gritante
E com pressa, mais profunda
A esse movimento duplo se dera ainda o prazer
Pelo cheiro e suor na pele
Os corpos se uniam mais fáticos e quentes
Uniam-se, mas não para tornarem um só
E sim, para tornarem-se dois
Com cada um do outro
E o gemido já era grito
O movimento agora pressão
O toque... carinho
O sexo... menção ao paraíso
Até que ele e ela explodem
Com o calor e com o coração palpitante
E findam seu ato, [a muitos promíscuo]
Para então descansarem nos braços
Do amor, do colchão e do vento...
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