sexta-feira, 8 de junho de 2007

Poesia Doentia

Porque nossos ossos nunca estão satisfeitos?
Sempre nos falta algo que não conseguimos explicar?

2 comentários:

  1. De início, posso dizer que seu espaço sombrio me tras a lembrar e sentir coisas que tocam.
    Teu jeito de construir frases, tuas linhas bem elaboradas...
    Acho que deves sair do anonimato e tornares sim, a bela Ana que vemos a compor vesos, menina na aparência, mas que se transforma por entre as linhas esboçadas no papel da vida...

    Muito bom!

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  2. nossa
    o que eu tenho para dizer e para quebrar um pouco o gelo, talvez porque isso eu faço quando fico nervosa é que:
    "Não foi romantico, mas foi profundo".

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