Me levaram ao desespero
À cevada me deti
Embriaguei-me
Nesse embrião de desejo
Que me leva e me traz
Quando abri as asas
E voei ao centro da Terra.
Já iniciamos a madrugada
E a conversa vai ficando mais interessante
E, não sei o que irei explicar
Quando em casa chegar.
E, nesses caminhos me perco
Fico a pensar
Aonde irei parar
Por conta de meus desejos.
Se viver é desfrutar?
Qual será o problema?
Viva e jamais complique
Já que tua obrigação é ser feliz.
A vida inteira
Esperei por essa noite!
De te beijar esses lábios de fruta,
Vermelhos cor da amora.
Dois cogumelos
Recheados de açúcar.
Por aqueles ao redor da mesa.
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