Mal afortunados são as crianças
Aquelas que pendem das janelas das casas
Mas que não tem medo
Não tem comida e se contentam com a fome
Mal afortunadas são as mulheres
Que vendem seus corpos
Para comprar pao e leite a seus filho
Mal afortunados são os cegos
Que todos os dias enfrentam a selva
Daqueles que tem olhos
E se acham reis
Mal afortunados são os pobres
Que todas as madrugadas levantam
Para sair a procura do lixo que e do outros
Mas que para ele e sustento
Mal afortunadas são as mães
Que ficam gravidas e a mercê de um governo corrupto
Mal afortunados sao os homens
Que saim a procura de trabalho
E não conseguem por falta de oportunidade
Mal afortunados são aqueles
Que todos os dias limpam a sujeira de outros
Mal afortunados são os alunos
Que vao a escola em troca de uma nota azul
Mas que nunca se quer viram uma delas
Mal afortunados são aqueles que passam fome
Que tiram a comida de sua boca e dao ao próximo
Mal afortunados também são os seres
Que pensam ser bem afortunados
E que não olham aquele próximo
Mal afortunado
Mas bem aventurado
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